MUSEU DE CIÊNCIAS DA TERRA COMEMORA 111 ANOS

No último dia 10 Museu de Ciências da Terra fez mais um aniversário,
completando 111 anos de existência.
Foi criado pelo Decreto 6.323, de 10 de janeiro de 1907, mas somente em
24 de novembro de 1992, através da Portaria 639 do Ministro de Minas e Energia, o
museu passa a denominar-se Museu de Ciências da Terra.
Nas instruções para os trabalhos do serviço recém-criado lê-se: “Manter um
laboratório e museu de geologia e mineralogia e colecionar, classificar e coordenar, para
exposição no país e nos principais centros estrangeiros, as amostras necessárias,
acompanhadas de informações apropriadas, de modo a proporcionar aos interessados
o conhecimento, o mais completo possível, da geologia, mineralogia e recursos minerais
do Brasil; e efetuar investigações químicas, paleontológicas e outras tendentes à
consecução dos fins principais do serviço”.
Esse aniversário será comemorado ao longo de todo o ano, onde muitas
atividades serão promovidas, para presentear todos os visitantes.
Com a revitalização que vem acontecendo, é possível dizer que o museu é
um jovem com muita vitalidade, projetos a serem implantados e com muitos sonhos a
serem realizados.
Pensando nisso, a gestora do museu, Nathalia Roitberg, convocou a equipe
do MCTer a participar de um esforço conjunto em 2018 para alcançar esta empreitada.
O projeto das exposições temporárias será o instrumento-chave para
permitir o acesso público aos acervos do museu, com o objetivo principal de fomentar
as geociências e aproximar a Paleontologia da população.
Em março, o MCTer sediará evento em homenagem ao Dia do Paleontólogo,
junto com a Sociedade Brasileira de Paleontologia, e inaugurará a exposição com o tema
”Paleontologia do Carste da Região Sudoeste da Bahia”, bem como a divulgação
científica de macro e microfósseis, em parceria com a Divisão de Paleontologia – DIPALE.
Em maio, será a vez de participar da 16ª. Semana de Museus, que abordará
o tema “Museus hiperconectados: novas abordagens, novos públicos”.
Diógenes de Almeida Campos, curador dos acervos, ressalta que “um
cuidadoso e contínuo trabalho de curadoria, refletem a importância e a quantidade do
conhecimento geológico e minerário, adquirido ao longo do século XX, confirmadas pelo
aumento da visitação ao Museu e na divulgação da própria CPRM”.
Fonte: CPRM – ASCOM
Data: 11/01/2018

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