IOT VALE OURO PARA EMPRESAS DO SETOR DE MINERAÇÃO

As empresas do setor de mineração estão buscando apoio na Internet das
Coisas (IoT) para ajudá-las a manter sua participação de mercado, à medida que se
intensifica a concorrência, cai a qualidade das jazidas, e as margens de lucro são
pressionadas.
Recente pesquisa da Inmarsat, empresa de conectividade por satélite e
soluções de IoT, mostra que IoT desempenhará papel crítico para ajudar as companhias
de mineração a aumentar o nível de automação e a melhorar a eficiência da produção,
permitindo que possam competir com os concorrentes que operam em mercados de
menor custo.
O levantamento foi conduzido pela Vanson Bourne, especialista em pesquisa
de mercado, e entrevistou profissionais de cem grandes corporações de mineração em
todo o mundo para o relatório ‘The Future of IoT in Enterprise’, da Inmarsat. A pesquisa
mostra que 70% das empresas de mineração concordaram que Internet das Coisas
oferece uma vantagem significativa em relação aos seus concorrentes.
As mineradoras identificaram, ainda, de que maneira a tecnologia as
ajudaria a reforçar essa vantagem competitiva: 41% dos respondentes relataram que a
usariam para aumentar a automação dos processos de negócios e 44% disseram que
isso auxiliaria na identificação de oportunidades de economia de custos e eficiência.
“Não é de se admirar que as empresas de mineração busquem a IoT para
ajudá-las a obter uma vantagem competitiva. Em todo o mundo, elas estão sob pressão
constante para produzirem o mesmo material a um preço menor do que o de seus
concorrentes”, destaca Joe Carr, diretor de Mineração da Inmarsat.
Segundo ele, essas empresas precisam reduzir os custos operacionais e
melhorar a produtividade para se manterem competitivas, e a forma mais eficaz de fazer
isso é por meio da adoção da IoT e a automação.
“Trabalhamos hoje com algumas das maiores empresas do setor de
mineração para oferecer maior automação, o que, por sua vez, resulta em uma
velocidade cada vez maior em todo o processo de mineração, ajudando a reduzir o
tempo médio do ciclo e a melhorar a produtividade”, finaliza.
Fonte: IFT 325
Data: 05/01/2018

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