ARRECADAÇÃO DA CFEM COM MINÉRIO DE FERRO CRESCE 8% EM 2017

O minério de ferro representa, sozinho, 59,5% de toda a arrecadação do
Brasil com a CFEM, que em 2017 foi de R$ 1,83 bilhão.
O cobre, somado ao minério de cobre, também manteve a segunda
colocação entre as maiores arrecadações pela CFEM. No total, foram R$ 156 milhões
arrecadados com a commodity, alta de 24,6% em comparação com 2016, quando o valor
registrado foi de R$ 125,2 milhões.
A bauxita, somada ao minério de alumínio, por sua vez, segue no terceiro
lugar, com arrecadação de R$ 82,8 milhões. O minério, no entanto, foi um dos que
apresentou maior queda de arrecadação no ano passado: 27,6%. Em 2016, a
arrecadação com a bauxita havia sido de R$ 99,2 milhões.
O minério de ouro, somado ao ouro, que em 2016 rendeu uma arrecadação
de R$ 81,7 milhões, suficiente para a quarta posição, teve queda de mais de R$ 16
milhões no recolhimento, ou 20%, e terminou 2017 com uma arrecadação de R$ 65,3
milhões, no mesmo quarto lugar.
O calcário, quinto colocado, foi a substância com maior crescimento entre
os principais minérios na arrecadação do ano passado, subindo de R$ 44,9 milhões, em
2016, para R$ 68,7 milhões, alta de 53%.
A água mineral, que também integra o portfólio de substâncias na qual a
CFEM incide, foi a sexta que mais recolheu CFEM, R$ 40,3 milhões, crescimento de quase
R$ 8 milhões em comparação com 2016, quando a arrecadação foi de R$ 32,5 milhões.
Completam o quadro das 10 substâncias que mais arrecadaram CFEM no
ano passado o manganês, somado ao minério de manganês, com R$ 36,5 milhões;
granito, R$ 35,8 milhões; e a areia, R$ 23,2 milhões.
Fonte: Notícias de Mineração
Data; 12/01/2018

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